a) Controles visuais

Quadro de comando sob controle e responsabilidade do operador para desenvolvimento do processo de desaguamento de lodo na ETE AUDI / SANEPAR. Botões identificados e com “status” na forma luminosa para evidenciar equipamentos em funcionamento e alarmes. Também estão disponíveis na parte superior do quadro informações de amperagem da centrífuga e rotação (atributos invisíveis ) importantes para acompanhamento de sobrecarga ou perda de rendimento do equipamento.
b) Transformação de informações invisíveis em visíveis;

Este operador está na laje superior de um reator anaeróbio, dispositivo utilizado na SANEPAR para tratamento biológico dos esgotos. Este reator possui 2000 m3, com dimensões de 21m x 21 mx 4,5 m, sendo inacessível para o operador acompanhar como o processo se desenvolve dentro do reator. Para permitir esta avaliação desenvolvemos este amostrador de lodo, que permite retirar em qualquer ponto do reator uma amostra integral de perfil. De posse desta amostra é possível ao operador identificar com precisão a separação de fases no reator (mudança de cor e aparência do líquido). Esta informação atualmente orienta o momento ideal de descarte de lodo, quanto este chega a uma certa altura do reator.
c) Redução de interdependências;
Os reatores anaeróbios desenvolvidos pela SANEPAR acumulam resíduos em superfície que chamamos de escuma, sobre as canaletas dos reatores. Normalmente estes resíduos são removidos 1 vez ao mês e para tanto o reator é desativado, rebaixado em 0,4 m, e os resíduos de superfície removidos manualmente e depositados em caçambas para destinação ao aterro.
Além das canaletas, acumulam-se resíduos sobre o distribuidor de vazão, que também precisa ser limpo e o resíduo destinado, também demandando parada do sistema. No passado estes serviços eram realizados por equipes diferentes e com programações diferentes, causando mais de uma parada mensal do reator. Hoje as equipes desenvolvem as atividades em paralelo reduzindo a quantidade e o tempo de paradas.
Os reatores anaeróbios desenvolvidos pela SANEPAR acumulam resíduos em superfície que chamamos de escuma, sobre as canaletas dos reatores. Normalmente estes resíduos são removidos 1 vez ao mês e para tanto o reator é desativado, rebaixado em 0,4 m, e os resíduos de superfície removidos manualmente e depositados em caçambas para destinação ao aterro.
Além das canaletas, acumulam-se resíduos sobre o distribuidor de vazão, que também precisa ser limpo e o resíduo destinado, também demandando parada do sistema. No passado estes serviços eram realizados por equipes diferentes e com programações diferentes, causando mais de uma parada mensal do reator. Hoje as equipes desenvolvem as atividades em paralelo reduzindo a quantidade e o tempo de paradas.
d) Incorporação de Informações no Processo ou Operações

Novo procedimento em teste, fixado em edital na parede do local de trabalho para orientar aos operadores.
e) 5S
Poço de descarte de lodo na ETE Atuba. Estes registros estão localizados dentro de um pço conjugado ao reator, utilizado para condução do lodo. A freqüência de acionamento destes registros é 1 vez por mês, no entanto os poços são intercomunicados de 4 em 4 reatores, portanto durante 4 dias do mês receberão lodo. O que não justifica a manutenção do local nesta sugeira após o último descarte do conjunto de 4 reatores no mês, falta dos sensos de limpeza, organização e disciplina com o ambiente de trabalho.
f) Tornar o processo diretamente observável
f) Tornar o processo diretamente observável

Esta é a foto de um reator anaeróbio em 2006. O operador não tomava contato visual algum com o efluente tratado, desconhecendo por completo o processo. Em 2007 procedemos a retirada destas placas para dar visualização.
Cada reator possui 8 canaletas com vertedores de 21 metros de comprimento, por onde pode ser arrastado grande quantidade de material caso o operador não tome contato visual com o problema e identifique os locais de fuga, como aconteceu no caso a seguir.
Cada reator possui 8 canaletas com vertedores de 21 metros de comprimento, por onde pode ser arrastado grande quantidade de material caso o operador não tome contato visual com o problema e identifique os locais de fuga, como aconteceu no caso a seguir.
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